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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Mas que bela sociedade hein?

Garotas de 14 anos ficando totalmente bêbadas todo final de semana. Meninas de 13 anos que não são mais virgens. Garotos frios. Meninos apenas se aproveitando de meninas bobinhas. Adolescentes fumando tudo o que veem pela frente. Enquanto eu estou preocupada com a minha coca-cola e meu chocolate excessivos. O que aconteceu com a sociedade? Com a ingenuidade, com o amor, com o bom senso? Vocês podem me xingar do que quiserem, mas eu não faço essas coisas ridículas para ser aceita. Sinceramente, dessa sociedade eu quero é distância

Fonte

Bom, não preciso falar nada, o texto fala por mim.
Eu gostaria de ser mais velha, ter vivido a Ditadura, ter lutado nos tempos difíceis, hoje em dia eu me sinto uma inútil na sociedade atual, onde os valores se perderam e as pessoas preferem sair se esfregando umas nas outras à ajudar uma senhora ou um cego a atravessar a rua, uma sociedade egoísta que quem tem mais pode mais.
Gostaria de poder fazer algo para mudar o mundo e eu faço a minha parte, mas ninguém leva a sério, porém, eu não vou desistir!



Ser quem eu sou!

Eu tenho um defeito. Sou extremamente realista e pé no chão. É muito difícil eu perder a cabeça por alguém. Para falar a verdade isso nunca aconteceu. Consigo perceber facilmente quando estou indo longe demais e quando está na hora de voltar ao normal. Ajo sempre com a razão, raramente com o coração. Não confio muito nele.Eu sempre acabei precisando deixar as pessoas que eu gosto por algum motivo, seja ele pessoal ou por forças maiores. Talvez eu tenha me acostumado a ver pessoas entrando e saindo da minha vida, e talvez seja por esse motivo que eu nunca tenha me apaixonado verdadeiramente por alguém. Ou quando começo a sentir algo além do que deveria meu cérebro me manda parar. Até meses atrás era assim.
Até alguém mudar minha maneira de pensar, mostrar que talvez pudesse valer a pena arriscar, era assim. Mas o meu lado racional diz em alto e bom som que um dia essa pessoa vai sair da minha vida.
O problema central deste meu defeito, é que eu sempre estou preparada psicologicamente para este dia. É o que eu sempre espero de todas as pessoas. Por fora, isso me passa uma certa frieza. É o que todos pensam de mim. Mas a frieza é apenas uma maneira de me manter sempre racional. De evitar quedas. É um medo de sentir algo intenso demais e não perceber a hora em que eu perder os limites. Porém não posso reclamar desse meu método protetor de viver a vida. Ele sempre deu certo comigo. Acho que tem a hora certa das coisas acontecerem. E eu sei que quando for a hora de deixar esse método de lado, eu sentirei segurança para fazer isso. Por enquanto prefiro continuar com a minha razão e seguir os meus objetivos.
Fonte

Esse texto fala MUITO sobre mim.
Lendo ele eu vi que não sou a única que sei como eu sou, conformada.
Eu ainda não estou pronta para deixar de lado o meu lado "RAZÃO", na verdade não sei quando vou estar, sei que é muito difícil para mim, é difícil deixar as pessoas para trás. Desde antes dos 10 anos eu sou obrigada a me acostumar com lugares diferentes, pessoas diferentes e coisas diferentes, talvez essa minha vontade de sumir no mundo, seja uma consequência disso, essa vontade que eu tenho de conhecer coisas novas... Eu fui criada assim, num mundo sempre em mutação. Quantos amigos eu deixei para trás? Quantos momentos que eu teria com meus amigos mais antigos eu perdi? Eu amo meus pais, meus irmãos e meus amigos atuais, o que eu passei mais tempo perto, e para se ter ideia, só 6 anos de amizade, o que é um record, afinal, as pessoas sempre, SEMPRE me deixam, tanto pela necessidade quanto pelo meu jeito de ser, elas acabam se afastando. Por mais que isso doa, eu consigo superar.
É, pode parecer muita frieza, mas é o meu método de sobrevivência.
Eu raramente falo o que eu sinto, por isso as pessoas acham que eu não sou sentimental, mas que ledo engano, eu choro por que eu não consigo ajudar pessoas...
Eu não queria ser diferente, eu gosto de mim como eu sou!

sábado, 14 de janeiro de 2012

Encarar a realidade


Eu falei em uma postagem anterior sobre o medo de sentimentos, não?
Tumblr_lwz1g5o5ju1qjctbyo1_500_largeMas eu pensando bem, posso achar que eu estou gostando dessa pessoa psicologicamente, sabe? Como sitei por lá mesmo, mas acho que isso pode ocorrer porque eu não quero ser excluída, eu quero sentir algo que eu ainda não sinto. Eu acho também que é um jeito de eu ter um passa tempo, ter algo para pensar e acreditar... Tipo um sonho...
Eu gostaria de falar com as pessoas, mas eu tenho uma trava que, quando eu penso em abrir a boca para falar sobre isso, ela aperta e não deixa nada passar.
Eu fico confusa, com medo, com receio, com vergonha... Não sei, é muita coisa... Isso é hormônio? Só pode!

Eu não gosto disso, estou cansada de falar e acho que vocês de lerem!

Bom, eu queria que isso passasse logo, mas fico preocupada... E se não passar?
Vou virar uma melancólica para o resto da vida?
Eu definitivamente espero que não, ou eu me jogo em um penhasco. E é sério!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Vacation

Hey, quanto tempo não?
Bom, eu não estou propriamente triste, mas não estou feliz.
Eu estou contente de não estar mais naquela escola que me dava depressão.
387912_116710545109581_100003119073671_106198_1060785143_n_largeEu NUNCA tive raiva de ir pra escola. Ok, sempre bate aquela preguiça, mas eu sempre ia. Mas no Paulo Freire, eu ODIAVA mesmo ter que levantar cedo para ir para lá, ver aquele povo frio, sem graça, aquelas pessoas idiotas e que se acham melhores que os outros. Sério, aquelas pessoas de lá, não todas, me davam nos nervos, não sei porque, sabe? Acho que era a aura de snobe que eles exalavam. Estou contente de ter saído de lá, nem que seja para estudar a tarde, outra coisa que eu odeio. Mas é por pouco tempo, pois, depois que estamos dentro da escola é mais fácil transferir para outro turno.

Eu também estou feliz de estar na casa do meu pai, eu amo tanto ele, ele se importa comigo, ele sempre me pergunta o que eu quero fazer e sempre quer que eu faça as coisas com ele. Eu fico o ano todo com a minha mãe, sinto falta dela, mas esses dois meses e meio que fico com meu pai são muito bons, são únicos.
Eu sinto realmente que são as minhas férias.
Eu saio da cidade quase todo fim de semana. Em um eu vou para uma cidade, no outro eu vou para outra cidade e em outro eu vou para  fazendas, casa dos amigos do meu pai, nada segue um padrão. Tudo fora da rotina.

Cimg9131_largeFiz amigos. É, sim, eu fiz amigos. Ok que não são AQUELES amigos, mas são legais e me aceitaram, são pessoas que eu posso conversar, posso rir, falar e fazer besteiras, que eu posso tomar tereré, ver filme, andar na cidade, essas coisas que eu mais sinto falta quando venho para a casa do meu pai.

Sabem de uma coisa? Eu estou me dando bem com a mulher do meu pai, ela é até bem legal, faltava eu abrir um espaço para a gente conversar. Mas pow, ele é meu pai e eu sentia ciúmes. Só que eu percebi que ela faz bem para ele, então eu tenho é que agradece-la. Estou até me dando bem com o filho dela. O menino é irritante, mas é bonzinho, ele é carinhoso :)

Bom, é isso, eu estou adorando minhas férias. Tirando o tédio, mas tédio eu sinto até em casa, então...